DOCE TIPICAMENTE BRASILEIRO CONQUISTA TERRAS LUSITANAS


O Brasil é tão diverso culturalmente que poucos sabores são unanimidade. No entanto, do norte ao sul do país, o doce de festa mais popular é o brigadeiro. Ainda pouco conhecido mundo a fora, a tradicional bolinha de chocolate é considerada um patrimônio da população brasileira.

O docinho surgiu no Rio de Janeiro, na década de 1940, durante a primeira campanha do então candidato à presidência Brigadeiro Eduardo Gomes, logo após a queda de Getúlio Vargas. Como as festas dos cabos eleitorais eram muito disputadas pela população, começaram a chamar o quitute de “docinho do Brigadeiro”. Com o tempo, tornou-se apenas brigadeiro.

Felizmente, o doce está ganhando espaço em terras portuguesas, com a empresa Sweet Mulata, especializada na delícia tipicamente brasileira. A proprietária, Maria Helena Gomes Pessoa, conhecida como Leninha, representa o país através da embaixada brasileira em vários eventos em Portugal. “Até mesmo o presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, provou o nosso brigadeiro e adorou o sabor” relata a empresária.

Seguindo um cuidadoso padrão de qualidade, além da receita tradicional, a Sweet Mulata produz tanto os brigadeiros tradicionais quanto gourmet, com sabores variados, como o brigadeiro ao leite belga, crême brûlée e com creme de avelã, entre muitos outros, agradando a todos os paladares. "A receita tradicional faz muito sucesso entre os brasileiros. No entanto, quando explicamos o processo de fabricação, os portugueses preferem os gourmets. Além da excelência no produto, conseguimos diminuir o doce, tornando a experiência ainda mais agradável e saborosa”, conta a empresária.

Uma das grandes vantagens do brigadeiro gourmet é unir as culturas gastronômicas de ambos os países

Recentemente, a chocolatier lançou em Portugal, as balas de brigadeiro – chamados em terras lusitanas de rebuçados de brigadeiro. “A aceitação do produto está sendo excelente. Nos eventos que participamos, oferecemos uma amostra do rebuçado de brigadeiro. Todos os que provaram, compraram o produto”, finaliza Leninha.

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